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Sim, a geração "Z" quer conquistar sua liberdade e no seu próprio canto.

  • 16 de out. de 2024
  • 2 min de leitura


Sabemos que sem financiamentos imobiliários a maioria desses jovens não conseguiriam ter a liberdade que querem em seus próprios apartamentos.

 

Sou pai de uma jovem de 27 anos que está iniciando sua carreira profissional e digo isso a todos os jovens, assim como digo para minha própria filha. Vale a pena todo o esforço.

 

Nos financiamentos imobiliários pelo programa Minha Casa Minha Vida as taxas de juros são subsidiadas pelo governo federal e os adquirentes de apartamentos na planta pagam juros bem mais baixos do que no mercado tradicional.

 

Exatamente por isso que os beneficiários deste programa são menos afetados pelas variações da taxa de juros “Selic” e conseguem taxas acessíveis para financiamentos.

 

Tudo isso sem mencionar a possibilidade, em muitos casos, de abater o valor final do imóvel com a utilização do FGTS, mesmo com saldos ainda pequenos.

 

Pela minha experiência de 20 anos nesse mercado, com mais de 300 apartamentos vendidos neste programa, considerando o valor de entrada para financiamentos pelo MCMV, ainda que mais custosos a longo prazo, os financiamentos pela Tabela Price ainda são a melhor opção para famílias de baixa renda em cenários de alta dos juros.

 

Financiar pelo Sistema de Amortização Constante (SAC) é uma opção interessante quando a Selic está mais baixa e os adquirentes possuem recursos próprios suficientes para suportarem entradas e parcelas mais altas no início.

 

Para quem está começando sua vida profissional esta lógica é exatamente a oposta. A renda é menor no início da carreira e tende a aumentar com o tempo e a experiência. Desta forma, parcelas financiadas pelo sistema PRICE, de valores constantes ao longo do tempo do financiamento, tendem a impactar menos a cada aumento de renda que o adquirente do imóvel terá a curto, médio ou longo prazo.

 

Resumindo, ainda que pareça um grande esforço pessoal e financeiro até a entrega das chaves, é um tempo que passa rápido.

 

O importante é a dignidade de ter sua própria moradia, de fazer um investimento pessoal rentável.

 

Só a valorização média de 30%, da aquisição no lançamento à entrega das chaves, somando-se as vantagens das taxas de juros subsidiadas e a possibilidade de uso do FGTS, já são suficientes para darem a coragem necessária de alcançarem a qualidade de vida que vocês merecem.


Renato Cunha

Corretor de Imóveis (creci/sp 72.633)

Advogado Imobiliário

Perito Avaliador

 
 
 

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