Reportagem Imobi e Exame confirmam o que sabíamos e que sempre atuamos para minimizar ao máximo.
- 22 de out. de 2024
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Pesquisa conduzida pelo Datafolha em parceria com o QuintoAndar identificou que a maioria dos brasileiros tem desconfiança com relação ao preço dos imóveis. Segundo o levantamento, dois em cada três consumidores já desistiram de efetivar uma transação - venda, compra ou locação - por conta do preço. Para 84% dos entrevistados nesta pesquisa, é difícil conseguir informações precisas sobre o que seria o valor adequado do imóvel.
Fontes de orientação confiáveis. Esta é a principal dor apresentada pelos entrevistados, para saber se o preço está adequado no momento da tomada de decisão. Há também menções à dificuldade de avaliar o quanto reformas e melhorias agregam para o valor do imóvel. Em parte, o cenário é explicado por um aspecto cultural do brasileiro evidenciado pela pesquisa: mais da metade dos proprietários reconhece colocar o imóvel para venda com um valor acima do mercado para ter alguma margem de negociação. Enquanto apenas 16% afirmam divulgar o imóvel em valor adequado ao mercado, porém sem faixa de negociação.
Efeito colateral. Este cenário de supervalorização dos imóveis pelos proprietários se relaciona com outro aspecto identificado na pesquisa: 77% dos brasileiros iniciam a jornada de compra pensando em negociar um desconto no valor do imóvel. E para 52%, a margem de negociação buscada vai de 5% a 10% do valor do imóvel, exatamente a faixa média percentual da comissão da imobiliária, da venda à locação.
Gerar confiança. Este tema foi tratado em episódio recente do podcast Modo Avião. Diante dos golpes cada vez mais frequentes, os clientes têm adotado uma postura mais prudente. O CEO da Ferola Empreendimentos Imobiliários, Marcelo Ferola, comenta que existe um senso comum de que a imobiliária e os corretores podem estar levando vantagem na operação. Nesse sentido, um atendimento dedicado ajuda a gerar confiança e faz com que compradores e vendedores se sintam ajudados. “O cliente precisa sentir que seu problema está sendo resolvido e não pensar que a empresa pretende lucrar com a sua dor”, afirma Ferola.
22 DE OUTUBRO DE 2024
Crédito para: Imobi Report
21 DE OUTUBRO DE 2024
Crédito para: Exame.
Beatriz Quesada - Repórter de Invest






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